O nascimento de Vênus: a ostra que somos bebe uma chávena de chá (Toca Moska de fundo)

Eu queria que vocês vissem a minha chávena de chá. Ela não foi escolhida, mas me escolheu. Não sei definir muito bem de que material é feita , mas tem uma alça de bambu e pode se estilhaçar caso você seja um artista temperamental desses que quebra coisas numa cena de filme noir. Ao lado … Continue lendo O nascimento de Vênus: a ostra que somos bebe uma chávena de chá (Toca Moska de fundo)

Eu moraria numa canção da Nina Simone

Agora eu nem sei mais se a biografia é da Patti Smith ou se sou eu em alguma espécie de transferência Freudiana. Porque se eu também tivesse parado no Nedick's e colocado uma moeda na JukeBox, escolheria Nina Simone sem dúvida alguma... Se existe uma trilha sonora para um café e uma rosca de despedida? … Continue lendo Eu moraria numa canção da Nina Simone

Para toda dor há um encontro: manifesto-poesia em tempos de flagelo

write hard and clear about what hurts (Ernest Hemingway) Meus traumas quando se trata de leitura obrigatória se resumem a provas cujo tema era Machado de Assis (eu não conseguia me sentir confortável em ter que ler Machado de Assis para responder a testes. Machado tem que ser deglutido lentamente ...tem que ser prazeroso. Ele … Continue lendo Para toda dor há um encontro: manifesto-poesia em tempos de flagelo

Quando a Nina Simone canta, ‘you know How I feel’…

Toca Feeling Good da Nina Simone ao fundo. • Como Borges naquele conto que encontrou consigo, às vezes o tempo nos encontra, ou nós nos encontramos conosco em algum ponto... • Como Gregor Samsa, o bicho Kafkaniano, só nos damos conta da nossa vida quando estamos fora dela...num corpo de inseto... ou num corpo de … Continue lendo Quando a Nina Simone canta, ‘you know How I feel’…