Janela para Maiakovsky

Nossos vizinhos gostavam mais da poesia Russa Eu, uma manhã, perguntei: - não é Walt Whitman quem melhor fala da América? Uma folha caiu Mas era a capa dum livro que, por coincidência, encontrei a caminho do museu.

Pulseirinha do reggae:”trança em mim cada fio de poema”

Eu não quero joia rara Não sou mulher de Vivara Meu diamante é colorido Dá pra usar na vida Dá pra ir pra praia Combina com a rasteira Orna com a ilha no meu rosto Não custa quase nada Não me é cara (Mas é a minha cara) E toca reggae enquanto isso Dá um … Continue lendo Pulseirinha do reggae:”trança em mim cada fio de poema”

Óculos de Pessoa, óleo sobre tela

Quando eu pintei esses óculos, tinha vinte anos, muitas perguntas e um punhado de paixões... Eu adorava fazer pequenas coisas pros poetas que amava. A primeira paixão foi Aluísio de Azevedo. Eu tinha 15 e ele 21, ambos ultrarromânticos, ambos idealistas, saudosistas e fracos pra gripe. Fez sentido nos encontrarmos. Fiz uma poesia, registrei e … Continue lendo Óculos de Pessoa, óleo sobre tela

Um poema Matilde

Como eu queria poder escrever do jeito da Matilde Campilho e com um sotaque português. Como eu queria escrever é como eu costumo viver, pisando relaxadamente em poças d'agua torcendo pra que numa delas boie alguma folha fazendo desenhos dentro do rastro...O próximo feriado eu vou alugar um versinho de veraneio cuja janela dê pra … Continue lendo Um poema Matilde