As conversas que temos com os trechos de livros · Jogando meu corpo no mundo · Sem categoria

A ‘barrigudeira’ genial: o invisível que nos excita e outras paisagens

"O que havia além do bairro, além de seu perímetro mais que conhecido?" Eu sou filha única e isso já explica muito. Entrei na escola - a uma quadra da minha casa - com dois anos de idade e fique lá até os dezessete. A padaria, a farmácia, a biblioteca, o hospital, a casa da… Continuar lendo A ‘barrigudeira’ genial: o invisível que nos excita e outras paisagens

As canções que você fez pra mim · Eu ouço, logo insisto que você o faça também · Jogando meu corpo no mundo · poderia ser uma crônica · poesia · Sem categoria

O nascimento de Vênus: a ostra que somos bebe uma chávena de chá (Toca Moska de fundo)

Eu queria que vocês vissem a minha chávena de chá. Ela não foi escolhida, mas me escolheu. Não sei definir muito bem de que material é feita , mas tem uma alça de bambu e pode se estilhaçar caso você seja um artista temperamental desses que quebra coisas numa cena de filme noir. Ao lado… Continuar lendo O nascimento de Vênus: a ostra que somos bebe uma chávena de chá (Toca Moska de fundo)

Jogando meu corpo no mundo · poderia ser uma crônica

Janela beatnick

Ela ama postos de gasolina de beira de estrada Ela gosta dessa vista beatnick Desse parágrafo do Jack Kerouac tomando forma Toca Dylan dentro dela A estrada é folk O café é blues O tum-tum-tum do coração é jazz "Pela janela, quem é ela, quem é ela...eu vejo tudo enquadrado". (Poesia da foto é do… Continuar lendo Janela beatnick