“Que crime atroz cometeram teus cabelos?”

1960

O mar de pernambuco com seu pulmão tísico me cuspia pra dentro da pena de Clarice…

E

Meu

Cabelo

Matava

No

Peito

Pra dentro do gol

Essa limpidez

De enxergar do outro lado de ti.

Como esse mar

Em que me afundo

Mas não morro

Tão leve quanto a poesia

E o “t” linguodental em

“A ti dou-te as conchinhas enterradas na areia”

*Música do Pernambucano Bruno Batista, radicado Maranhense, no disco Eu não sei sofrer em Inglês

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