Existirmos, a que será que se destina?

Era um bumbum branco

Talvez um corpo

Uma cabeça de tubarão

Ou uma bailarina

Pq vinha na minha direção e tocou alguma dessas músicas eruditas de balé

O sol ardia nos ombros

O sorvete de caramelo pesava no bucho

Eu não tinha uma pexera pra cortar esse bicho ao meio, o jeito seria, toda braba, rasgar essa coisa nos dentes…

E de repente ela se fez gente

Toda linda, cidadã não, água-viva do mar Piauiense…

Saudade de andar por estradas piauienses e morar finais de semana em Barra Grande…

aquela vila que tem tomate no café da manhã e feirinha de sabão artesanal no final da tarde…

O Nordeste é um país imenso e me fascina…

3 comentários em “Existirmos, a que será que se destina?

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