“Quem me dera colidir com seu planeta”

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São Luís a partir da Praça Gonçalves Dias
  • Para ler enquanto ouve Satélite Bar, do Celso Fonseca

Nessa ponte em que “as mensagens são mais claras ” toca Celso Fonseca, um disco para a chuva. Pra aquecer, uma tiquira, um poema de Celso Borges, caminhar na Beira Mar, escorregar por ali até o boqueirão, dar as mãos pra Gonçalves Dias, abraçar Juca-Pirama, traçar um plano pra fugir com o Raimundo do Aluísio, ensinar a menina Rosa que o banco mais alto do Circular I (de onde se veem leões reverenciando o mar e onde o vento bate melhor) é que nem aquele trecho que eu li, “uma pergunta no rosto”.

* “o vento por aqui é uma pergunta no rosto” – Dyl Pires

*(Rosa, Juca-Pirama e Raimundo são todos personagens dos escritores Maranhenses Aluísio de Azevedo (Naturalismo) e Gonçalves Dias (Romantismo).

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