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Mulher de trinta e três anos: a única coisa a fazer é dançar um bolero na garagem de casa

Pneumotórax Febre, hemoptise, dispnéia e suores noturnos. A vida inteira que podia ter sido e que não foi. Tosse, tosse, tosse. Mandou chamar o médico: - Diga trinta e três. - Trinta e três... trinta e três... trinta e três... - Respire. - O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito… Continuar lendo Mulher de trinta e três anos: a única coisa a fazer é dançar um bolero na garagem de casa

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A Teoria de Tudo: canções que crescem nos 50s

(Texto esquecido...do futuro, do passado...) Eu escrevo do futuro, num 30 de agosto, como que atravessando um buraco de minhoca, pra dizer pruma canção de 1963, em Cambridge, que eu gosto como ela cresce nos 50s. Eu gosto de música que se arrasta no começo, como Agosto, que não se sabe se é um mês,… Continuar lendo A Teoria de Tudo: canções que crescem nos 50s

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O improviso do domingo: uma jam session na estante de casa (Kerouac, Parker e Cortázar)

Charlie Parker era minha trilha sonora enquanto eu lia 'On the Road' (Jack Kerouac), um livro que subverteu toda literatura a que eu estava acostumada. E, agora, quando eu saco o meu exemplar rabiscado da última prateleira, percebo as felizes coincidências e me vejo tão 'possuída' e 'infantil' quanto Dean Moriarty numa casa de shows… Continuar lendo O improviso do domingo: uma jam session na estante de casa (Kerouac, Parker e Cortázar)