As conversas que temos com os trechos de livros · Jogando meu corpo no mundo · Sem categoria

A ‘barrigudeira’ genial: o invisível que nos excita e outras paisagens

"O que havia além do bairro, além de seu perímetro mais que conhecido?" Eu sou filha única e isso já explica muito. Entrei na escola - a uma quadra da minha casa - com dois anos de idade e fique lá até os dezessete. A padaria, a farmácia, a biblioteca, o hospital, a casa da… Continuar lendo A ‘barrigudeira’ genial: o invisível que nos excita e outras paisagens

As canções que você fez pra mim · Eu ouço, logo insisto que você o faça também · Jogando meu corpo no mundo · poderia ser uma crônica · poesia · Sem categoria

O nascimento de Vênus: a ostra que somos bebe uma chávena de chá (Toca Moska de fundo)

Eu queria que vocês vissem a minha chávena de chá. Ela não foi escolhida, mas me escolheu. Não sei definir muito bem de que material é feita , mas tem uma alça de bambu e pode se estilhaçar caso você seja um artista temperamental desses que quebra coisas numa cena de filme noir. Ao lado… Continuar lendo O nascimento de Vênus: a ostra que somos bebe uma chávena de chá (Toca Moska de fundo)

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Meu nome no blues é “Curly Mama Jones”

As férias no inverno de 1968 no Mississipi. Tinha um teleférico lá, um parque abandonado no meio do velho oeste, uns caras tocavam gaita, bebiam a água suja do oeste enquanto um grupo de 'rebeldes' escrevia poesia marginal... Ou era a gente no Beto Carreiro, quando eu vi montanhas de verdade pela primeira vez... e… Continuar lendo Meu nome no blues é “Curly Mama Jones”

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Resta esse desejo de escrever um texto bossa para você, Vinícius

Eu ia escrever um texto sobre a bossa-nova porque me ocorreu ontem que eu sempre tenho alguma história pra contar. Talvez porque meu radar para as coisas sensíveis da vida nunca tenha se desgastado...talvez porque o que é real e o que é imaginário em mim não esteja exatamente tão bem definido...e eu acho que… Continuar lendo Resta esse desejo de escrever um texto bossa para você, Vinícius