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Todo poema é um navio

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Todas as vezes em que vida dá para a Litorânea
(Aquele recorte lindo no mapa)
Estamos partindo com os navios enfileirados ali
Esse ‘sequestro’ muito me anima
Já disse uma vez que sei que cada barco daquele
são como os olhos oblíquos e dissimulados de Capitu: arrastam para dentro.
Desse afogamento morremos infindas vezes

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