Um quadro de Edward Hopper

Eu ando em falta com o pilates Ando em falta até com o amor É que eu tava amando o livro da Chimamanda Gnozi ( eu tava na Nigéria, no meio daquele calor) mas precisava de um livro que fosse como brisa e a Ana Martins Marques foi como pegar um vento na praia duas … Continue lendo Um quadro de Edward Hopper

Sobre café e biscoitos de canela . Cartola canta a minha travessia: ponte para a vida.

Eu ouvia Cartola enquanto atravessava pela milionésima vez a ponte do São Francisco. Ela liga duas partes da cidade, uma bem antiga e outra em que tudo são prédios, vidros e vez em vento um neon. Eu queria que vocês vissem como essa ponte é linda. Então eu ouvia Cartola e ele dizia: "Deixe-me ir … Continue lendo Sobre café e biscoitos de canela . Cartola canta a minha travessia: ponte para a vida.

Poesia que é uma cama ou um abraço. Quem sabe uma grata insônia

Adília Lopes não sofria de insônia, decerto. É que eu também já gostei muito de me deitar sem sono e os lugares por onde vão meus pensamentos renderiam milhões de diários. Adília gosta dos próprios abraços e aí vamos pisar aqui naquele lugar comum: é preciso se amar. Ter a si mesma com um carinho. … Continue lendo Poesia que é uma cama ou um abraço. Quem sabe uma grata insônia

“Fomos felizes por alguns anos, girassois e noites estreladas…”

#bodasimpressionistas Vicent nunca foi muito sociável, mas me escrevia cartas a valer.😍 (Não mais do que escrevia a Théo, seu irmão). Foram 8 meses entre o dia que ele foi comprar tintas na mesma lojinha em que eu costumava repor o estoque do meu ex-patrão - Sir. Johannes Vermeer-, e o nosso enlace. Casamos em … Continue lendo “Fomos felizes por alguns anos, girassois e noites estreladas…”

Todo poema é um navio

Todas as vezes em que vida dá para a Litorânea (Aquele recorte lindo no mapa) Estamos partindo com os navios enfileirados ali Esse 'sequestro' muito me anima Já disse uma vez que sei que cada barco daquele são como os olhos oblíquos e dissimulados de Capitu: arrastam para dentro. Desse afogamento morremos infindas vezes