“Meus versos-ataques-histéricos”

Tem tpm que a gente quer morrer Tem tpm que a gente quer matar Tem tpm que a gente quer assistir a algum filme vencedor do Sundance lá no Odilo Costa Filho Tem tpm que a gente quer comer torta de cupuaçu com café coado amargo Tem tpm que a gente quer ouvir Beirut Tem … Continuar lendo “Meus versos-ataques-histéricos”

Escuta agora o poema que eu fiz pra te lembrar

Quem faz canção pra esquecer um amor Vai ter um disco cheio de bossa e dor Vai ter uma faixa-choro Um sambinha de uma nota Um tom, um Tom Nunca esteve só Não é pobre, é amador Tem a lua feito musa Tem um amor "Vem cá, me dá tua mão" Exorciza um poema nesse … Continuar lendo Escuta agora o poema que eu fiz pra te lembrar

Barroca: eu sempre soube ser todas as metades/ inteira no domingo

/Poesia da Foto @clarabacca/ Domingo é dia de se encontrar Nos textos Nas tintas Na playlist No quarto com poesias coladas na parede No café Na geladeira vazia Domingo é metade ócio, metade colocar os trabalhos em dia Metade sonhar com o café no Reviver Metade viver qualquer dura poesia Qualquer coisa dentro doida E … Continuar lendo Barroca: eu sempre soube ser todas as metades/ inteira no domingo

Jazz na terça

“Cozinhar com simplicidade, comer com abandono”. Eu li esse trecho no livro da Gabriela Barreto, “Como cozinhar sua preguiça”, e já na apresentação ela sugere “a doçura de não fazer nada” (o delicioso  charme do ócio) como caminho para uma cozinha simples, ingredientes honestos e a Billie Holiday tocando ao fundo. É esse tipo de … Continuar lendo Jazz na terça

Se juntar as partes ainda não dá o todo

TRADUZIR-SE Uma parte de mim é todo mundo; outra parte é ninguém: fundo sem fundo. Uma parte de mim é multidão: outra parte estranheza e solidão. Uma parte de mim pesa, pondera; outra parte delira. Uma parte de mim almoça e janta; outra parte se espanta. Uma parte de mim é permanente; outra parte se … Continuar lendo Se juntar as partes ainda não dá o todo