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Para Manuel, esse maracatu atômico, esse Recife…

Manuel, eu te li e tu dizia: "assim eu quereria meu último poema" Eu: ah, quem escreve assim "que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais"? Foi bem aí, Manuel. Bem aí que a gente começou. A poesia tinha que ser sobre a rua, sobre a dor, sobre pulmões, va lá, "um… Continuar lendo Para Manuel, esse maracatu atômico, esse Recife…

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Se esse texto fosse um quadro de Dalí( ou A mad writing party)

Ainda que os episódios em que eu não lembro o que "fui fazer mesmo ali na frente da geladeira" sejam agora tão rotineiros, ainda que eu tenha esquecido a moto destravada na frente de casa por uma madrugada, ainda que o coração tenha ido parar na boca quando deixei uma panela de ágata no fogo… Continuar lendo Se esse texto fosse um quadro de Dalí( ou A mad writing party)

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Um céu de Van Gogh

Reprodução despretensiosa, em guache, de "The starry Night", Van Gogh. HAIA (DEZEMBRO DE 1881 - SETEMBRO DE 1883) "Não conheço melhor definição da palavra arte que esta:'a arte é o homem acrescentado à natureza'; à natureza, à realidade, à verdade, mas com um significado, com uma concepção, com um caráter, que o artista ressalta, e… Continuar lendo Um céu de Van Gogh