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Farofa poética: canção da saudade

“Mesmo na luz não há quem possa
Se esconder do escuro
Duro caminho o vento a voz da tempestade
No filme ou na novela
É o disfarce que revela o bandido
Meu coração vive cheio de amor e deserto
Perto de ti dança a minha alma desarmada
Nada peço ao sol que brilha
Se o mar é uma armadilha
Nos teus olhos…”
(Balada de Agosto, Zeca Baleiro)

Não importa se é fevereiro,

a luz que brilha na ilha
Faz a minha menina dançar
dentro dos olhos
e cair no mar
-essa Armadilha-
esse lugar.
É para lá que eu vou
lá sou amiga do poeta, um que naufragou
outro que abraçou a poesia épica
“Lá a existência é uma loucura”
Vou-me embora para o Mar…
para o Maranhão
as poesias daqui não têm o sol sob os
casarões como lá
a luz aqui não cai bonita sob os telhados como lá
vou-me embora é coisa pra mulher
eu sou menina, eu danço nos olhos
meus ombros são largos e carregam todas as dores.

2 comentários em “Farofa poética: canção da saudade

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