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Febre mágica ou Borges para dores crônicas

Quando a gente puxa da memória poetas, poesias, livros e capas que são como “febre mágica”, nem sempre as circunstâncias foram iguais àquelas que narramos…encontrar um texto que fale disso, os bastidores da memória, sem culpa alguma (eu sempre me cobrei ter todos os detalhes, eles até me tiravam o sono) é reconfortante. Borges consegue escrever despretensiosamente sobre como o contexto da primeira vez que um versinho te arrancou o ar pode ter sido outro e depois esclarecer a força dessa ocasião quando coloca as palavras ‘música, paixão e sonho’ na frase seguinte.
“Poesia é algo que sentimos fisicamente”, disse ele citando um Housman…
Meoooo, imagina um café com Borges?! Falando de como foi nosso primeiro encontro, beijo, abraço com uma poesia, vinil, romance, crônica…whatever?!

(O trecho da foto é do livro “Prólogos com um prólogo de prólogos”, Jorge Luis Borges)

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