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A Teoria de Tudo: canções que crescem nos 50s

(Texto esquecido...do futuro, do passado...) Eu escrevo do futuro, num 30 de agosto, como que atravessando um buraco de minhoca, pra dizer pruma canção de 1963, em Cambridge, que eu gosto como ela cresce nos 50s. Eu gosto de música que se arrasta no começo, como Agosto, que não se sabe se é um mês,… Continuar lendo A Teoria de Tudo: canções que crescem nos 50s

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O improviso do domingo: uma jam session na estante de casa (Kerouac, Parker e Cortázar)

Charlie Parker era minha trilha sonora enquanto eu lia 'On the Road' (Jack Kerouac), um livro que subverteu toda literatura a que eu estava acostumada. E, agora, quando eu saco o meu exemplar rabiscado da última prateleira, percebo as felizes coincidências e me vejo tão 'possuída' e 'infantil' quanto Dean Moriarty numa casa de shows… Continuar lendo O improviso do domingo: uma jam session na estante de casa (Kerouac, Parker e Cortázar)

As conversas que temos com os trechos de livros · Jogando meu corpo no mundo · Sem categoria

A ‘barrigudeira’ genial: o invisível que nos excita e outras paisagens

"O que havia além do bairro, além de seu perímetro mais que conhecido?" Eu sou filha única e isso já explica muito. Entrei na escola - a uma quadra da minha casa - com dois anos de idade e fique lá até os dezessete. A padaria, a farmácia, a biblioteca, o hospital, a casa da… Continuar lendo A ‘barrigudeira’ genial: o invisível que nos excita e outras paisagens

As canções que você fez pra mim · Eu ouço, logo insisto que você o faça também · Jogando meu corpo no mundo · poderia ser uma crônica · poesia · Sem categoria

O nascimento de Vênus: a ostra que somos bebe uma chávena de chá (Toca Moska de fundo)

Eu queria que vocês vissem a minha chávena de chá. Ela não foi escolhida, mas me escolheu. Não sei definir muito bem de que material é feita , mas tem uma alça de bambu e pode se estilhaçar caso você seja um artista temperamental desses que quebra coisas numa cena de filme noir. Ao lado… Continuar lendo O nascimento de Vênus: a ostra que somos bebe uma chávena de chá (Toca Moska de fundo)

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Meu nome no blues é “Curly Mama Jones”

As férias no inverno de 1968 no Mississipi. Tinha um teleférico lá, um parque abandonado no meio do velho oeste, uns caras tocavam gaita, bebiam a água suja do oeste enquanto um grupo de 'rebeldes' escrevia poesia marginal... Ou era a gente no Beto Carreiro, quando eu vi montanhas de verdade pela primeira vez... e… Continuar lendo Meu nome no blues é “Curly Mama Jones”

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Resta esse desejo de escrever um texto bossa para você, Vinícius

Eu ia escrever um texto sobre a bossa-nova porque me ocorreu ontem que eu sempre tenho alguma história pra contar. Talvez porque meu radar para as coisas sensíveis da vida nunca tenha se desgastado...talvez porque o que é real e o que é imaginário em mim não esteja exatamente tão bem definido...e eu acho que… Continuar lendo Resta esse desejo de escrever um texto bossa para você, Vinícius

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A amiga genial: eu não me importaria em colocar a chaleira no fogo por você.

O cenário é bonito. Não fosse ter desistido das aulas de pintura à óleo daria um quadro. Sentada no sofá vermelho, almofadas turquesa, os livros de pintura na mesa de centro, a chaleira de café (TAMBÉM VERMELHA) esquentando a água, o moleskine em capa dura e flores miúdas que ganhei no último sete do sete,… Continuar lendo A amiga genial: eu não me importaria em colocar a chaleira no fogo por você.