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Sociedade Literária dos girassóis, rosas mortas, todos os Caetanos e grãos de café

"Aquele que considera" a saudadeUma mera contraluz que vemDo que deixou pra trásNão, esse só desfaz o signoE a "rosa também"Jenipapo Absoluto, Caetano Veloso Olívia, não é que não haja alguém  com quem eu possa conversar, mas foram sete anos juntas e já dispensávamos um tanto de coisas. Esse é o grande trabalho da intimidade… Continuar lendo Sociedade Literária dos girassóis, rosas mortas, todos os Caetanos e grãos de café

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“As time goes by” e (de algum modo) eu sempre terei São Paulo

(Esse texto apressado nasceu assim: da janela do hotel eu vi a luz do sol atravessar os prédios. Essa é a única ideia de São Paulo que eu tenho. O que eu já sabia foi suficiente pra que entre tantos lugares eu sempre desejasse conhecer a cidade que, dizem, é cinza. O que eu olhei… Continuar lendo “As time goes by” e (de algum modo) eu sempre terei São Paulo

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Para Olívia, minha amiga genial

"A memória do dia em que O teu cão morreu E entendeste que a roupa da vida não para de encolher Há - de ser revisitada Até servir De tecto ao coração. (...) " Trecho, Vasco Gato Minha corajosa, impetuosa, curiosa, comedora de cabeça de camaleão, encrenqueira e destruidora de quintais...Minha Olívia para sempre...Ah, eu… Continuar lendo Para Olívia, minha amiga genial

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Mulher de trinta e três anos: a única coisa a fazer é dançar um bolero na garagem de casa

Pneumotórax Febre, hemoptise, dispnéia e suores noturnos. A vida inteira que podia ter sido e que não foi. Tosse, tosse, tosse. Mandou chamar o médico: - Diga trinta e três. - Trinta e três... trinta e três... trinta e três... - Respire. - O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito… Continuar lendo Mulher de trinta e três anos: a única coisa a fazer é dançar um bolero na garagem de casa

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A Teoria de Tudo: canções que crescem nos 50s

(Texto esquecido...do futuro, do passado...) Eu escrevo do futuro, num 30 de agosto, como que atravessando um buraco de minhoca, pra dizer pruma canção de 1963, em Cambridge, que eu gosto como ela cresce nos 50s. Eu gosto de música que se arrasta no começo, como Agosto, que não se sabe se é um mês,… Continuar lendo A Teoria de Tudo: canções que crescem nos 50s

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O improviso do domingo: uma jam session na estante de casa (Kerouac, Parker e Cortázar)

Charlie Parker era minha trilha sonora enquanto eu lia 'On the Road' (Jack Kerouac), um livro que subverteu toda literatura a que eu estava acostumada. E, agora, quando eu saco o meu exemplar rabiscado da última prateleira, percebo as felizes coincidências e me vejo tão 'possuída' e 'infantil' quanto Dean Moriarty numa casa de shows… Continuar lendo O improviso do domingo: uma jam session na estante de casa (Kerouac, Parker e Cortázar)

As conversas que temos com os trechos de livros · Jogando meu corpo no mundo · Sem categoria

A ‘barrigudeira’ genial: o invisível que nos excita e outras paisagens

"O que havia além do bairro, além de seu perímetro mais que conhecido?" Eu sou filha única e isso já explica muito. Entrei na escola - a uma quadra da minha casa - com dois anos de idade e fique lá até os dezessete. A padaria, a farmácia, a biblioteca, o hospital, a casa da… Continuar lendo A ‘barrigudeira’ genial: o invisível que nos excita e outras paisagens